13 de jan de 2009

TRÊS MACACOS



A belíssima primeira sequência do filme, funcionando quase como se fossem frames fotográficos encadeados em sucessão, mostra um carro desaparecendo numa estrada pela noite, percorrendo a estrada e logo desaparecendo numa curva tornando-se um ponto no meio da tela para então ser digerido pelas trevas. À tela completamente negra sucede-se um ronco, um embate, um estrondo, uma travagem, um acaso. E é esse acidente que sucede então que vai precipitar toda a história que é contada no filme, a sua espinha dorsal é essa casualidade.

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Ler o resto da crítica na Take nº 11 em http://www.take.com.pt

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