26 de ago de 2008

Paris


Bastou-me ver o trailer de Paris para pensar que não podia perder este filme do mesmo director de L'auberge espagnole (Cédric Klapisch).
Paris fala-nos de Pierre ( Romain Duris), um dançarino profissional que tem uma doença cardíaca e que espera por um transplante do coração; fala-nos também de Élise (Juliette Binoche), irmã de Pierre, e de muitas outras pessoas que, de diferentes formas, fazem parte das suas vidas.
Gostei mesmo muito deste filme. Das histórias, da Fotografia fenomenal e das interpretações dos actores.
Entre várias coisas, ficou-me na memória o ranger do chão da casa de Pierre (que me lembra o som da casa da minha tia, em Paris) e a cena em que Pierre fica a tomar conta dos sobrinhos (reparem na letra da música!!).
A não perder!

Wall.e

Com esta coisa de ver cinema em casa a toda a hora, já tinha perdido a conta aos meses sem fim que não ía a uma sala de cinema. Walle marcou o regresso...
Para mim, o mais fantástico, é sem dúvida a forma como os robôs comunicam entre si e com os humanos sem falar
. As expressões bastam... A Terra enfrenta uma crise de lixo tão grande que para garantir a sobrevivência dos Homens, estes refugiam-se numa giga-nave no espaço onde se deslocam numas cadeiras voadoras e comem, comem, engordam, comem. Programam o envio de robôs para pesquisar se ainda há vida na Terra e é aí que o Walle, último robô na terra, parte de uma operação falhada de limpeza do lixo, conhece a Eva, o robô que vai à procura de vida. E o resto é alegria, romantismo e diversão.

24 de ago de 2008

A ESCOLA DOS CARTEIROS

A Escola dos Carteiros serviu também de escola para o posterior Jour de Fête que vi em complemento a este e em que Tati espraia todas as suas capacidades como mimo e animador. Este A Escola, de 1947, serve como treino para o filme maior e recai nas atribulações e trapalhadas da personagem do carteiro François, maravilhosamente preenchida de gestualidades patarecas por Tati. As cenas mais hilariantes são a do treino dos carteiros, com bicicletas amarradas ao chão dentro da estação central, em que François pede um copito após ouvir sermão sobre a necessidade de maior velocidade na entrega e a cena final com a sacola cheia de cartas a ser levada por um avião. Esta curta é linda, imperdível!

HÁ FESTA NA ALDEIA

Jacques Tati, de seu verdadeiro apelido Tatischeff - reduzido para um francófono Tati, é dos mais interessantes realizadores/actores do século passado, surgindo na linha cómica de Keaton e Chaplin. Começou a sua carreira cinematográfica filmando as suas actuações como mimo, panafernália física que o acompanhou em todas as obras e que levou à sua maior criação, a de Monsieur Hulot (presente também nos perfeitos Mon Uncle - que lhe valeu um Óscar e Cannes - e Playtime).

Hilariante como sempre, neste Há festa na Aldeia (Leão d'Ouro), Tati compõe um desastrado carteiro, cheio de barroquismos nos gestos e com especial tendência a meter-se em trapalhada sobre trapalhada enquanto tenta terminar a ronda de entrega de cartas. O filme é hilariante e vive sobretudo do gesto, toda a linguagem é mínima e por vezes abdica-se totalmente desta tornando-a imperceptível, ruído de fundo. Em todos os filmes de Tati isto é bem marcado, abundando o gesto em detrimento das falas (e existindo, quase todas inaudíveis), mas convenhamos, ele era mimo e como mimo, é a pantomima do seu corpo e face que nos atrai.

Jour de Fête tem cenas em que me desmancho completamente como a que o carteiro é desviado da ronda para coordenar a colocação do poste para a festa, ou a cena do café em que o embebedam conscientemente, ou ainda a da entrega de carta 'à americana' que termina com uma trapalhona queda a um rio.

Como curiosidade refira-se que este filme seria o primeiro francês - falamos de 1949 - filmado a cores, o que não aconteceu por falha da tecnologia que era ainda experimental. Salvou-se o filme pois Tati decidiu filmar simultaneamente a pb - o filme como ele o pretendia seria finalmente lançado em 1995, com cores que preenchem o ecrã e se assumem expressionistas.

A ver - é delicioso! Revisto em delicodoce manhã domingueira.

18 de ago de 2008

O amor nos tempos de cólera



"Florentino Ariza não deixara de pensar nela um único instante desde que Fermina Daza o rechaçou sem apelação depois de uns amores longos e contrariados, e haviam transcorrido a partir de então cinquenta e um anos, nove meses e quatro dias."
Este livro, inspirado na história real dos pais de Gabriel Garcia Márquez, conta-nos a história de Florentino Ariza e o seu amor por Fermina Daza - que surgiu na flor da idade e o acompanhou pela vida fora. E conta-nos todos os outros amores que foram ajudando Florentino Ariza a ultrapassar a dor de não ter Fermina Daza a seu lado.

Adorei ler este livro e estou super curiosa para ver o filme (que já anda por aí). Li a versão brasileira, o que me trouxe um desafio e faz-me pensar que não é um acordo ortográfico que nos vai fazer entender melhor...
Gostei de várias frases/excertos que partilho agora aqui:
- "(...) e Florentino Ariza compreendeu por fim que se pode ser amigo de uma mulher sem ir para a cama com ela."
- "Era a ele [Juvenal Urbino - o marido], e não às cunhadas imbecis e à sogra meio doida, que Fermina Daza atribuía a culpa pela armadilha de morte em que fora apanhada. Tarde demais desconfiava de que, por trás da sua autoridade profissional e seu fascínio mundano, o homem com quem se casara era um fraco sem redenção (...)"
- "(...) Fermina Daza os punha onde não se vissem. Pois não era tão ordenada quanto acreditava, mas tinha um método próprio e desesperado de parecer que era: escondia a desordem."
- "Solitário entre a multidão do cais, dissera a si mesmo com um toque de raiva: 'O coração tem mais quartos que uma pensão de putas'." [Concordo tanto com isto! O meu coração tem muitos cantinhos reservados às pessoas especiais da minha vida... :) ]

16 de ago de 2008

RUGGED

Rugged é uma revista de distribuição gratuita e periodicidade quadrimestral - aborda as tendências urbanas ao género da DIF e da PARQ aqui por Portugal, sendo que a diferença é que a distribuição é mais abrangente e eu ainda a consigo apanhar aqui por LX, mesmo sendo feita em Dusseldorf, o que é explicável dado que surge em inglês e trata do que se passa no mundo da streetwear, streetart e música e não se fica pelo umbiguismo das nossas que se centram muito por Lisboa e que atiram para segundo plano o inglês. As nossas de casa são boas, mas a Rugged é, dentro do género, excelente! Vai já no nº 16, pós verão de 2008.

Imagem de capa do nº8 - foi a mais apelativa que encontrei, mesmo tendo aqui em mãos o nº 15, com interessantes artigos sobre José Posada e Wu Tang Clan, a descoberta da alemã Trust Mag e pérolas sobre Tattoo e urban art página após página. Altamente recomendável!

14 de ago de 2008

A VIDA SECRETA DAS PALAVRAS

Existe uma vida secreta nas palavras que é revelada apenas quando outras palavras nos vêm preencher os vazios. Hannah é uma tímida operária fabril surda e reservada que é obrigava a tirar um tempo de férias por revelar problemas de adaptação e de convivência com os outros operários.

Hannah desliga o aparelho auditivo que a aproxima do mundo e nesses longos momentos de ausência dos outros encontra a paz, parecendo aos outros que o isolamento a que se vota é uma afronta que lhes dedica - mais que uma intolerância perante o silêncio, é uma incompreensão perante a doce ausência das palavras em excesso. E Hannah usa as palavras como uma torneira mal fechada: gota a gota, comedida, sóbria e certeira.

Nesse seu mundo silencioso Hannah encontra o lugar perfeito quando, estando de férias junto à costa, surge-lhe a possibilidade de trabalhar como enfermeira de um operário ferido e cego provisoriamente, numa plataforma petrolífera. Este local é o poiso de homens perdidos e todos eles silenciosamente presos a palavras não ditas e memórias camufladas. Existe o cozinheiro italiano que para combater a monotonia dedica cada dia a um país diferente cozinhando, vestindo-se e ouvindo música desse país - pelo que é incompreendido pelos outros que lhe pedem um simples cheeseburguer. Temos aqui o biólogo que estuda o batimento da ondulação na plataforma e que se dedica à investigação da vida das ostras. Temos o amor entre dois homens com família lá fora que se vai revelando. E temos o homem na cama - um magistral Tim Robbins - queimado e provisoriamente cego que vai desvendando aos poucos toda a sua história enquanto tenta descobrir a de Hannah.

Hannah encaixa no perfil de silêncio e de inquietude que povoam esta plataforma repleta de fantasmas - os seus deleites secretos com a comida preparada pelo cozinheiro são para ela um pecado que aprecia a só, salvando-a um pouco mais - são pequenos passos para a sanidade que vai desbravando, ela que é louca por maçãs e paranóica por barras de sabão.

Este filme de Isabel Coixet, de representações acutilantes, de personalidades envolventes, de uma história dramática que se nos vai surgindo, de uma fotografia e filmagem sóbria e serena é uma bela lição sobre a relação entre pessoas que se vão descobrindo e absolvendo, mesmo perante si.

* Visto na mostra de cinema espanhol, Cinema São Jorge, LX - Julho de 2008

O MEU IRMÃO É FILHO ÚNICO

Quando reparei na propaganda a este filme espalhada pelo Bairro Alto, notei uma pequena frase que a acompanhava e que tornava a obra ainda mais atraente: dos mesmos produtores da Melhor Juventude chega agora O meu irmão é filho único - Mio Fratello È Figlio Unico. Como tinha adorado o primeiro não iria deixar de ver este, ainda mais com o especial atractivo de ser dos mesmos criadores.

Este filme de Daniele Luchetti tem as mesmas preocupações de La Meglio Gioventù - ou seja, preocupa-se em contar a história recente de Itália associando-a a quem a construiu e viveu, os seus próprios cidadãos, os próprios italianos. Todos os temores presentes no crescimento estão aqui de lado a lado com as ideologias políticas e a luta social do pós-guerra na bota itálica. O fascismo e o comunismo, o socialismo e o terrorismo das Brigate Rosse e os irredutíveis fascistas das Camisas Negras surgem lado a lado e mesmo como combustível para a afirmação adulta de Accio e diferentes crenças políticas deste em relação a toda a família marcam-no como filho único - nem melhor nem pior como pessoa por apoiar inicialmente a doutrina fascista, nem como instável por mais tarde se aproximar ao ideário comunista. Ele é representativo da descoberta da juventude - essa melhor juventude que vai residindo nas memórias - cheio de erros, gritos, omissões, verdades, avanços e recuos.

O triângulo amoroso e político com o seu irmão e a namorada deste é um dos aspectos mais do seu avanço como homem que procura respostas e não as vai encontrando facilmente. Se é um filho único não deixa de ser irmão, e se combate dentro da própria família pela sua afirmação e daí para fora, para o mundo não é por isso que o afastam. O título - impecável - surge mais na própria incompreensão de Accio sobre si.

As interpretações são arrebatadoras e tudo no filme é magnífico, existe algo de profundamente enternecedor e novelístico nesta partilha da vivência com uma qualquer família italiana. Não fomos somos seremos assim também?

* Filme visto no Cinema King, LX, em excelente companhia de mim contigo.

VERDADE OU CONSEQUÊNCIA

Outra das curtas de Condorcet que se rege pelas normas do Dogma. 4 de 6 das que vi - verei as restantes já já. Não consegui encontrar qualquer referência a esta obra online, nem no omnisciente IMDB me safei, por isso aproveito para postar a obra de Eduardo Condorcet disponível nesse site : Eduardo Condorcet no IMDB.

Em Verdade ou Consequência, um jogo que se joga na vida jogando com segredos de vida que se pretendem revelar mas não se partilham de facto, torna-se um jogo violento. Um choque entre o querer e o poder, entre o grito e o medo da expectativa da revelação, entre a revolta e o conformismo revelado.

Este é o filme do oprimido, em que o herói é esmagado por todos e apenas por si. É um herói fraco que odiamos por não se revelar mas que ao mesmo tempo acompanhamos a dor de querer ser o que todos querem que seja, uma ideia de, uma ideia. E é sob esta ideia de ser algo que não é, que permanece, levando-nos a um simultâneo amor-ódio que lhe vamos sentindo. E é um filme sobre a realidade, a realidade da discriminação, sobre a intolerância perante uma relação amorosa minoritária - uma relação homossexual e o odioso conformismo que se vai estabelecendo sem resolução. A compreensão poderia existir mas o novelo nunca é desenrolado - permanece após toda a tensão do jogo a situação que já existia.

As interpretações são capazes e bastante credíveis na sua constante frustração - a fotografia razoável e o trabalho de edição, sobretudo o trecho inicial, muito interessantes. Não é tramado qualificar seja o que for na expectativa que nos acreditem? Vejam e comentem.

Uma curiosidade ao anteriormente referido Máscaras do mesmo director - a personagem central, Ralf é protagonizada pelo mesmo actor que faz de primeiro médico assistente, Dr Wagner, da mãe comatosa no enternecedor Good Bye Lenin! de Wolfang Becker.

Visto algures em jeito esquecido e deleitoso.

12 de ago de 2008

MÁSCARAS

Masken (no original alemão) :: http://www.imdb.com/title/tt0411633 :: é mais uma curta do realizador conimbricense Eduardo Condorcet incluído no Dogma 95, linha dogmática postulada por Lars von Trier e Thomas Vinterberg e que segue assim :

1. As filmagens devem ser feitas no exterior. Não podem ser usados acessórios ou cenografia (se a trama requer um acessório particular, deve-se escolher um ambiente externo onde ele se encontre).

2. O som não deve jamais ser produzido separadamente da imagem ou vice-versa. (A música não poderá ser utilizada a menos que ressoe no local onde se filma a cena).

3. A câmara deve ser usada na mão. São consentidos todos os movimentos - ou a imobilidade - devidos aos movimentos do corpo. (O filme não deve ser feito onde a câmara está colocada; são as filmagens que devem desenvolver-se onde o filme tem lugar).

4. O filme deve ser a cores. Não se aceita nenhuma iluminação especial. (Se há muito pouca luz, a cena deve ser cortada, ou então, pode-se colocar uma única lâmpada sobre a câmara).

5. São proibidos os truques fotográficos e filtros.

6. O filme não deve conter nenhuma acção "superficial". (Homicídios, Armas, etc. não podem ocorrer).

7. São vetados os deslocamentos temporais ou geográficos. (Isto significa que o filme se desenvolve em tempo real).

8. São inaceitáveis os filmes de género.

9. O filme deve ser em 35 mm, padrão.

10. O nome do director não deve figurar nos créditos.

Deixo para depois o enquadramento no Dogma 95 de todas as curtas deste realizador que são rotuladas como seguindo esses cânones - das 6 que os seguem vi 4.

Máscaras é a afirmação de que todos carregamos uma máscara - invariavelmente - mas também a percepção de que é esse esconder constante das nossas reais ambições que nos achincalha. Mesmo o mais suave esconderijo privado é uma camuflagem que usamos e carregamos neste teatro da vida. É na ténue resistência a um olhar mais profundo, a um deixar cair a máscara completamente que reside um quotidiano de que nem todos temos a consciência de ser castrador.

A consciência alargada, um acumular de constrangimento, uma angústia pesada, vai crescendo vai crescendo, cresce, até implodir até explodir. A personagem central do filme segue esse caminho acumulativo até à explosão final em que expõe tudo o que foi guardando enquanto homem amargurado. O ensinamento a tirar disto tudo é que as vidas não poderão voltar a ser as mesmas, para o pior ou melhor, seja isso o que for na cabeça de quem lhe fizer sentença - mas que a catarse de Ralf foi a necessário isso sim, é inquestionável.

Neste sólido filme de alcova colado ao Dogma destacam-se as interpretações extremamente credíveis e apetece-me dizer que as máscaras sobrevêm e não tão só no Carnaval.

Filme visto em deleite de tarde de casa - o meu sofá é o melhor cinema num Domingo ao crepúsculo de Lisboa.

TAKE MAG

Como tão bem anotou o Ricardo (http://axasteoque.blogspot.com) o artigo sobre a Take Magazine (http://www.take.com.pt) saia aqui inexacta. A recomendação é assim cumprida e como não tenho por hábito remover ou alterar seja o que for - deixo tudo seguir assim, torto, assumindo sempre o erro - cumpro o pedido do Ricardo com a colagem do texto original já revisto e mantendo o artigo anterior sem tags, para que não prolifere o erro mas que assuma a inexactidão daquele momento:

Faz agora 9 meses que a Hachette deixou de editar a revista Première, a única edição ligada ao cinema que tínhamos, com a alegação de que os custos de produção eram elevados e que não suplantavam os lucros. E até hoje, em Portugal, não mais tivémos qualquer edição em papel, ligada ao mundo da 7ª arte. Foi-me falado então que, por iniciativa de um jovem designer de comunicação, foi criada uma equipa, donde faz parte um dos jornalistas da Première, e que se encontrariam a editar on-line desde Fevereiro deste ano (a edição 0, a título experimental), uma revista de cinema com a designação “TAKE”.

E que o faziam em regime de voluntariado uma vez que nenhuma editora ainda teria assumido a sua publicação em papel. A revista de Maio, a Take 3 (ainda não consta a de Junho) apresenta um layout mais apelativo que a Première, com crítica, reportagem, destaques para entrevistas a realizadores e actores portugueses (Teresa Prata de “Terra Sonâmbula”, Nuno Lopes de “Goodnight Irene”), publicidade a festivais de cinema como o Festróia e passatempos.

Eu sinto a falta do toque, do folhear da revista. E tu, não sentes? Agora que o público português está mais receptivo ao cinema, que pululam festivais e mostras de cinema cujos calendários se encavalitam nas nossas agendas, em que nos queixamos da falta de projecção dos jovens realizadores nacionais, porque razão não temos uma revista de cinema?

7 de ago de 2008

Mamma Mia!


Mamma Mia é uma comédia-musical que conta a história de Sophie (Amanda Seyfried), que vai casar com Sky (Dominic Cooper) no hotel da mãe, Donna (Meryl Streep), numa ilha grega. O único senão é que Sophie não conhece o pai. Mas, ao encontrar o diário da mãe, descobre que tem 3 possíveis pais! E, secretamente, resolve convidá-los para o casamento! Estes são os ingredientes necessários para muita risota ao som dos Abba!
É de realçar os dotes vocais dos vários actores! Assim como as representações dos 3 possíveis pais - Sam, Harry e Bill (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgård) - e das duas amigas de Donna - Rosie e Tanya (Julie Walters e Christine Baranski).

Este filme
fez-me rir muito mesmo! E fez-me "ouvir" as músicas dos Abba com outros "ouvidos " mais divertidos!
A única coisa desagradável, para mim, foi o público presente na sala. Uma coisa é rir quando algo tem piada, outra coisa é rir de cada vez que certos actores começavam a cantar! Achei uma falta de respeito enorme. Chegou a um ponto incomodativo mesmo... Mas paciência - espero que para a próxima não aconteça o mesmo - irei vê-lo uma segunda vez porque o meu B. ainda não o viu e eu não me importo de repetir esta sessão divertida. :)