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14 de mar. de 2009

n*STYLE MAGAZINE



A n*Style Magazine é uma revista bimestral muito interessante - belíssimas produções de moda que me recordam a DIF e a PARQ, feita a norte e que versa sobre arquitectura, moda, lifestyle, música e tendências urbanas, servidas por crónicas, apontamentos e actualidades. É uma excelente referência para ver, para ler e para, sobretudo, desejar.

n*STYLE MAGAZINE | http://www.nstyle.com.pt

12 de mar. de 2009

ZOOT



Emprestado o nome dos Monty Python and the Holy Grail e de uma qualidade gráfica e de conteúdos extraordinária! A ZOOT é feita em Lisboa - com escritórios no Think Tank da LX Factory e é trimestral. Moda, design, entrevistas e afins servidos em inglês e que se pode encontrar em PT, Tóquio, Ny, Paris e London. Fantástica!

http://www.zootmag.com/

16 de ago. de 2008

RUGGED

Rugged é uma revista de distribuição gratuita e periodicidade quadrimestral - aborda as tendências urbanas ao género da DIF e da PARQ aqui por Portugal, sendo que a diferença é que a distribuição é mais abrangente e eu ainda a consigo apanhar aqui por LX, mesmo sendo feita em Dusseldorf, o que é explicável dado que surge em inglês e trata do que se passa no mundo da streetwear, streetart e música e não se fica pelo umbiguismo das nossas que se centram muito por Lisboa e que atiram para segundo plano o inglês. As nossas de casa são boas, mas a Rugged é, dentro do género, excelente! Vai já no nº 16, pós verão de 2008.

Imagem de capa do nº8 - foi a mais apelativa que encontrei, mesmo tendo aqui em mãos o nº 15, com interessantes artigos sobre José Posada e Wu Tang Clan, a descoberta da alemã Trust Mag e pérolas sobre Tattoo e urban art página após página. Altamente recomendável!

12 de ago. de 2008

TAKE MAG

Como tão bem anotou o Ricardo (http://axasteoque.blogspot.com) o artigo sobre a Take Magazine (http://www.take.com.pt) saia aqui inexacta. A recomendação é assim cumprida e como não tenho por hábito remover ou alterar seja o que for - deixo tudo seguir assim, torto, assumindo sempre o erro - cumpro o pedido do Ricardo com a colagem do texto original já revisto e mantendo o artigo anterior sem tags, para que não prolifere o erro mas que assuma a inexactidão daquele momento:

Faz agora 9 meses que a Hachette deixou de editar a revista Première, a única edição ligada ao cinema que tínhamos, com a alegação de que os custos de produção eram elevados e que não suplantavam os lucros. E até hoje, em Portugal, não mais tivémos qualquer edição em papel, ligada ao mundo da 7ª arte. Foi-me falado então que, por iniciativa de um jovem designer de comunicação, foi criada uma equipa, donde faz parte um dos jornalistas da Première, e que se encontrariam a editar on-line desde Fevereiro deste ano (a edição 0, a título experimental), uma revista de cinema com a designação “TAKE”.

E que o faziam em regime de voluntariado uma vez que nenhuma editora ainda teria assumido a sua publicação em papel. A revista de Maio, a Take 3 (ainda não consta a de Junho) apresenta um layout mais apelativo que a Première, com crítica, reportagem, destaques para entrevistas a realizadores e actores portugueses (Teresa Prata de “Terra Sonâmbula”, Nuno Lopes de “Goodnight Irene”), publicidade a festivais de cinema como o Festróia e passatempos.

Eu sinto a falta do toque, do folhear da revista. E tu, não sentes? Agora que o público português está mais receptivo ao cinema, que pululam festivais e mostras de cinema cujos calendários se encavalitam nas nossas agendas, em que nos queixamos da falta de projecção dos jovens realizadores nacionais, porque razão não temos uma revista de cinema?